Três mil esfignomamômetro (aparelhos para medir a pressão arterial)  deverão ser testados e regulados pelo Instituto de Pesos e Medidas do Amapá (IPEM/AP) até 1º de outubro deste ano, segundo estimativas do governo. Diretores de unidades de saúde, clínicas e cooperativas médicas, hospitais, proprietários de farmácias e autônomos que possuem o aparelho devem levá-lo ao instituto  para a fiscalização periódica.

Para realizar a aferição, o proprietário paga uma taxa de R$ 12,00. O não comparecimento pode gerar um ato de infração, cuja multa está acima de um salário mínimo.

Segundo o diretor Técnico-Operacional do Ipem/AP, Ronildo Nobre, a maioria dos aparelhos fiscalizados, em 2017, era de uso doméstico. “Nossa maior dificuldade ainda é em relação aos aparelhos usados nos hospitais, unidades de saúde e farmácias. Este ano estamos procurando sensibilizar estes locais sobre a importância da fiscalização periódica destes aparelhos”, explicou Nobre.

Ele acrescentou que muitos proprietários acabam deixando de fazer a fiscalização periódica por acreditar que, pelo fato de o instrumento ter o selo de qualidade do pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), não precisa realizar a verificação. “O selo de qualidade indica que o instrumento foi aprovado para a comercialização, porém ele precisa passar todo ano pela fiscalização periódica”, reforça Nobre.

Por se tratar de um aparelho indispensável para pessoas com doenças relacionadas à pressão arterial, é necessário que esteja calibrado. O diretor alerta aos usuários para que fiquem atentos aos aparelhos. “Se a pessoa verificar que o instrumento está sem o selo de verificação anual, deve evitar utilizá-lo”, alerta o diretor.

O IPEM/AP deve intensificar,a partir de outubro, a fiscalização corretiva. Os proprietários que apresentarem aparelhos sem o selo de fiscalização periódica poderão sofrer sanções, que vão desde advertência até o pagamento de multa.

Por: Ailton Leite

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